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Uma das atividades mais produtivas, pra mim, é a leitura. Porém, os livros nem sempre são práticos o suficiente e folhear um bom livro dentro de um ônibus, por exemplo, pode se tornar uma manobra de alto risco. Portanto, a minha invenção para o futuro desejável é o livro digital. Nele, se você não soubesse o significado de uma palavra, basta apenas passar o dedo sobre ela e o significado logo lhe será revelado na tela desse “computador”. Além da…
No meu futuro desejável existirá uma bolsa de valores mundial, que controlará as bolsas de valores de todos os países, promovendo um comércio justo e impedindo a exploração de uma nação pela outra, além de facilitar a exportação e importação de produtos. Como se não bastassem todas essas vantagens, essa bolsa de valores mundial evitaria ainda situações caóticas como a crise econômica que agora paira no ar.
Refletindo sobre o futuro que desejamos, percebemos que mudanças em diversos planos seriam necessárias. Não há uma alteração pontual que faça o mundo um lugar melhor. Achamos que é preciso repensar e reestruturar muitas coisas no aspecto educacional, na organização social e até mesmo nos espaços coletivos, que deveriam ser mais bem aproveitado. Mas em geral, notamos que há uma coisa vital para que o futuro desejável se realize: “apagar” o pensamento…
Pensamos numa boa invenção para o futuro desejável: uma câmara de descompressão social. Funcionaria mais ou menos assim: a pessoa entraria estressada e ali, dentro da máquina “milagrosa”, passaria por um processo apaziguador de sensibilização. Assim, vivenciando uma rotina mais leve e tranqüila, interferiríamos positivamente no cotidiano alheio e o mundo passaria a girar mais harmônico.
Na minha opinião, o futuro desejável é possível se mudarmos alguns detalhes em nossa vida cotidiana. Acredito que se incluíssemos a natureza em nosso dia a dia, reservássemos mais tempo para as atividades familiares e dedicássemos algumas horas para apreciar uma boa música, o mundo seria certamente um lugar melhor para viver.
Seguindo na contramão da tendência cimentada que toma conta da cidade, proponho que, no futuro, todos tenham o seu próprio jardim e que todas as casas tenham 50% do seu chão coberto por terra e vegetação típica da região onde está inserida. Assim, além da água escoar com facilidade, o homem viveria em contato com a natureza e teria mais qualidade de vida.
Uma boa solução para que possamos chegar ao futuro desejável seria a inversão da cultura do transporte individual para o coletivo. Gostaria que, daqui a alguns anos, as pessoas passem a usar mais ônibus, metrôs, trens e que carros e bicicletas (meios de locomoção individual), sejam deixados na rua para uso coletivo.