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Após um longo período, no qual, os seres humanos estavam voltados para questões materiais, ganância e ausência de gentileza, foi decretado uma lei que impõe o auto conhecimento como a única forma de transitar pelo universo e estabelecer relações. Dessa maneira, os homens desenvolvem a capacidade de se comunicar pelo pensamento, numa cadeia telepática de relacionamentos, deixando a sociedade mais espiritualizada, menos materialista.
Pensamos numa boa invenção para o futuro desejável: uma câmara de descompressão social. Funcionaria mais ou menos assim: a pessoa entraria estressada e ali, dentro da máquina “milagrosa”, passaria por um processo apaziguador de sensibilização. Assim, vivenciando uma rotina mais leve e tranqüila, interferiríamos positivamente no cotidiano alheio e o mundo passaria a girar mais harmônico.
No meu futuro desejável, homem e natureza estariam em perfeita sintonia e integração, e todos entenderiam que um não existe sem o outro, que todos estamos no mesmo barco. Ciente de tudo isso, o homem optaria por consumir energia de fontes renováveis e incorporaria a economia sustentável em seu dia a dia. A cultura do meu futuro desejável seria inspirada pela diversidade e construída sobre forte base de respeito e amor ao próximo.
Um futuro desejável, para mim, seria aquele onde as comunidades pudessem participar mais ativamente na gestão dos recursos econômicos, naturais, sociais e culturais. Acho que essa idéia daria certa por uma questão simples: por ser a própria comunidade quem usufrui dos frutos gerados por esses recursos, não há ninguém mais qualificado para identificar a necessidade dessas pessoas senão elas mesmas. Com uma boa distribuição de recursos, que atenda…
Sei que corro o risco de ser interpretada como uma típica sonhadora pedante, mas eu ainda tenho fé de que, se as pessoas levassem a sério a famosa máxima “não faça com os outros o que não deseja para si”, o mundo seria um lugar melhor. Agrada-me pensar que isso pode se tornar realidade algum dia. Maior gentileza entre as pessoas é fundamental para que a máquina da sociedade funcione de forma mais harmoniosa.
Quando penso no futuro, gosto de imaginar uma grande corrente do bem. É bem simples, funciona assim: cada um contribui com o seu talento e capacidade individual para fazer algo em favor do próximo, mas sem esperar nada em troca. Se essa prática essa se prática de propagasse, certamente poderíamos esperar um amanhã mais solidário e sociável. E ainda que você faça essa boa ação sem esperar resultados, ele fatalmente iria até você, pois o mundo em si…
Futuro desejável? Aquele onde a matemática e o português são tratados com a devida importância, mas onde o impalpável vale mais. É importante que as crianças aprendam, ainda pequenos, alguns “detalhes” vitais para a manutenção da sociedade: respeito ao próximo, bom senso, educação, boa vontade, esforço, o valor da natureza e tantas outras coisas que nos faz cidadãos civilizados.
Empresas se aglomeram numa determinada região da capital, moradores se aglomeram em outra e as cidades menores ficam quase abandonadas. Carros, ônibus, caminhões, pedestres, ciclistas e motoqueiros disputam seu espaço no asfalto. A área urbana é mal aproveitada; mal distribuída. Num futuro desejável, acho que novas leis poderiam prever a otimização dos espaços construídos. A criação de um “banco de áreas vazias” seria um bom começo. Nesse “banco”,…
Minha idéia é um tanto holística. Com o livre acesso entre as dimensões, os extraterrestres aterrissariam na Terra com uma importante missão: abrir o terceiro olho de todos os seres humanos. A partir dessa abertura, homens e mulheres estarão aptos a enxergar além de seus olhos. Ou seja, ocorrerá a expansão da percepção. As pessoas passaram a ignorar raça, gênero, classe social, credo, cor e qualquer outro fator discriminatório. Seremos capacitados…